Este blogger é uma fronteira de resistência do que há de mais bonito nas pessoas seus sonhos, sonhos que vivem tentando ser mortos pela vida das escolhas e responsabilidades opressoras da essência humana; leiam e participem com amor, esperança e sabedoria neste espaço de vida.
Não deixem morrer o poeta,a criança, o guerreiro, a princesa, o palhaço, o artista, o super herói dentro de ninguém, resgatemos estes todos dentro de nós!
SEJA MUITO BEM VINDO SINTA-SE ABRAÇADO DO FUNDO DE MEU CORAÇÃO
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quinta-feira, 10 de junho de 2010
UTI
ouço gritos calados
pelos olhos fechados da risonha morte
percorrendo os cantos frios do silencioso barulho
são tins e tuns com chiiisiiisiii e shuisisisisi!
ritmificando a precepção
calando e escrevendo historias
há poucos dias vivas corredoras e alegres
a quem enganar nada de fantazias
a vida e a morte são irmãs vizinhas
resultam do mesmo efeito causa e consequência
andam por ai de mãos dadas
quando se encontram aqui
percorrendo os cantos frios do silecioso barulho
lutam...
pelos olhos fechados da risonha morte
percorrendo os cantos frios do silencioso barulho
são tins e tuns com chiiisiiisiii e shuisisisisi!
ritmificando a precepção
calando e escrevendo historias
há poucos dias vivas corredoras e alegres
a quem enganar nada de fantazias
a vida e a morte são irmãs vizinhas
resultam do mesmo efeito causa e consequência
andam por ai de mãos dadas
quando se encontram aqui
percorrendo os cantos frios do silecioso barulho
lutam...
domingo, 6 de junho de 2010
A essência
(apresentação teatral do Grupo Caminho)
Autores: Alfredo de Oliveira Neto
Cena I Izaias Fr. De S. junior
Personagens: Mambembe 1
Mambembe 2
Platéia
Autores: Alfredo de Oliveira Neto
Cena I Izaias Fr. De S. junior
Personagens: Mambembe 1
Mambembe 2
Platéia
... estripulias; estripulias...
Ao som de Chico buarque (circensse)
_ Boa tarde! 1
_Que tem de boa? 2
_ Eeee..., lá vem tu com e teu péssimo ismo;
não crês em nada? 1
ó homem de pouca fé!
_ Creio na realidade e não invento
creio que quando a onda vem volta com o vento
creio que:
Nasci 2
Cresci
Não reproduzi
e morrerei no sofrimento
_ Calma compadre!
deixa de pirrinha!
ainda és menino neste mundo
não te desanima 1
a onda sempre volta
e o vento acaricia
_ Veja você mesmo este cabra, aí da frente!
uma cara de doente!
que não conseque esconder o que sente
dentro deste caminho sem fim.
Em que você crê? 2
Diz a mim!
Você crêr na alegria descontida?
No otimimos de uma vida?
Ou nesse passo triste... num galope assim?
(espera a resposta+ ou --)
_ Tá aí, tu e teu cavalo manco!
Cavalo pangaré!
Igual a tua expectativa...
Nasce-te HOMEM
cresce-te HOMEM
E morreremos HUMANOS 1
Se chegarmos a reproduzir, e ainda tens tempo
(é preciso praticar!!!!)
Estaremos no lucro
e nossos frutos serão mais coloridos.
Que achas dona do pomar?
Que frutos queres dar?
(espera a resposta + ou --)
_ Símbolos apenas símbolos
o que vale é tê-los ($)
só assim não se sofre e se preciso:
compra-se alegria 2
não me venha com balelas
o mundo é do jeito que é!
e eu com isso!?
_ O mundo é do jeito que é
nós é quem o fazemos a cada dia a cada olhar
depende de como o vemos
pois o mesmo mundo tem varias facetas 1
A mais singela se livre
ou a mais demoníaca se tentarmos possuí-lo?
_Eu possuo! 2
_ Será ? O que possuis? 1
se tudo o que tens e volátil, fútil e mesquinho!
_ E dai? Não preciso de nada
tenho casa, comida e roupa lavada 2
_ E a essência tens? 1
_ Que Essência? 2
_A essência que move átomos e apaixona casais? 1
_ Falas de teorias, conceitos apenas isto! 2
_Não compadre, estou falando do óbvio simples e não de conceitos.
Qual o óbvio e tão simples elemento 1
que move este moinho e até o vento?
(espera a resposta + ou --)
_Não, não sei de que falas!
não me preocupo 2
apenas vivo, compito e ganho
o que importa é gahar, absorver e cagar
_...no vazio morar... só para completar sua rima
Estou falando da essência
estou falando dos sentimentos como cores primárias, pois delas derivam todas as outras
E deles nascem as formas de como vivemos
quando se planta amor se colhe amor 1
quando se planta ódio se colhe mesquinhez, egoísmo e intolerância
Depende que caminho iremos seguir
Vem por este!
E sejamos felizes
Vem experimenta (não tou falando da cerveja)
e sejamos felizes
NESTE CAMINHO
......... Saem os Dois às estripulias (Pelo Meio, ao som de Chico).............
- Fim -
Retrospectiva
Saindo da psicodélica imagem
de um cristo crucificado,
sobre um fundo lilás,
ao som de Chico
velo a paisagem do infinito
o espaço imóvel
de singelas e cruéis cores.
A ritmificar meus sentidos
passam pássaros
chegam insetos
saem sonhos
retornam canções
entro no espiral de luzes
brilham , gritam
se afogam
e soerguem a cabeça
e retomam sua antigravitação
são prazeres
expostos a avaliação
olfativa e sonora
Tento enxergar além
vejo tinta papel e caneta
escrevo e quando leio
não entendo
apenas apreendo a imagem humanóide de luz e sombra
a sorri
a chorar
a mar e desamar
Vejo e hoje compreendo
era minha alma
Saindo da psicodélica imagem
de um cristo crucificado,
sobre um fundo lilás,
ao som de Chico
velo a paisagem do infinito
o espaço imóvel
de singelas e cruéis cores.
A ritmificar meus sentidos
passam pássaros
chegam insetos
saem sonhos
retornam canções
entro no espiral de luzes
brilham , gritam
se afogam
e soerguem a cabeça
e retomam sua antigravitação
são prazeres
expostos a avaliação
olfativa e sonora
Tento enxergar além
vejo tinta papel e caneta
escrevo e quando leio
não entendo
apenas apreendo a imagem humanóide de luz e sombra
a sorri
a chorar
a mar e desamar
Vejo e hoje compreendo
era minha alma
Terça Negra
Pedro da licença
A noite é de Jorge
Sento-me de costas olho para o grande holofote
A clarear o show
Negro de pessoas
Como não se arrepiar
Pleno som da origem do homem
Da negra mãe
Do continente negro
Das negras pessoas
Que não vieram a convite
Por e à-vontade
Mas nos formaram
Hoje somos
Estes negros de alma
Pele cabelo e ritmo
Até o mais albino dos brancos
Se rende a tu
Percute coração
Bum,! bum,! bum,! bum,!bum,!
Bum
Bum
Bum
E Jorge lá finalmente o vi de novo
Ao lado de Reis e Rainhas
Toda corte de ritmo negro
a Callienteficar o nosso
Dar ritmo aos corações
Passamos a ter sopros
para resfriar tanta taquicardia
Eita Porra!
Pedro da licença
A noite é de Jorge
Sento-me de costas olho para o grande holofote
A clarear o show
Negro de pessoas
Como não se arrepiar
Pleno som da origem do homem
Da negra mãe
Do continente negro
Das negras pessoas
Que não vieram a convite
Por e à-vontade
Mas nos formaram
Hoje somos
Estes negros de alma
Pele cabelo e ritmo
Até o mais albino dos brancos
Se rende a tu
Percute coração
Bum,! bum,! bum,! bum,!bum,!
Bum
Bum
Bum
E Jorge lá finalmente o vi de novo
Ao lado de Reis e Rainhas
Toda corte de ritmo negro
a Callienteficar o nosso
Dar ritmo aos corações
Passamos a ter sopros
para resfriar tanta taquicardia
Eita Porra!
Um pão entre Perdidos
P/ doutor, ventinha, redondo, índio, galinha e alfredo
(poesia selecionada para a bienal da Une)
- Se foi mais um sorriso
Daqui de perto até pareces alegre
Não irei dizer- te o que fazer
Já sabes teu destino
Te e se teleguiando
Nas penosas ondas da tv
São tantos objetos nunca vistos
Tantas pessoas nunca vistas
E tu ficas assim tele-modulado
Pronto para explodir todos os desejos
- Mas olho
P/ cima, vejo um céu
P/ baixo, morro, esgoto, cachorros
P/ o lado, o companheiro
Que aos 30 tará morto
P/ o outro, minha futura mulher
Que sonha hoje em ser dançarina de brega
E aos 30 tará comigo
PERDIDA
Em um lugar qualquer!
- sou bom de bola!
Corro como ninguém
Mas aqui não há campo
Pa(á)ra a alegria(!)
Hoje ser menino é sinônimo de ser
PERDIDO
- Até tento um trocado no sinal
Peço e se não me dão...
Tomo!
Tombo!
E levanto!
- Como sabes
Eu corro como Ninguém
Que é o nome daquele Porra do Policial
Um Zé ninguém
O mesmo que me tomba e me espanca
Pena ele não saber que:
Nem sempre serei pequeno....
- e este poeta? (...)
Que tenta dar-me vida
Não sabes poeta,
Na realidade, o que é esta vida sofrida
E ficas assim:
Perdido
Na navegantes
Enquanto eu estou
Em algum lugar físico
De um morro
Morto
Ou
Vivo
- E não neste papel branco
Branco como o lençol
Estendido em meu terreiro
Lavado por minha mãe
p/ a mãe do poeta da Navegantes.
P/ doutor, ventinha, redondo, índio, galinha e alfredo
(poesia selecionada para a bienal da Une)
- Se foi mais um sorriso
Daqui de perto até pareces alegre
Não irei dizer- te o que fazer
Já sabes teu destino
Te e se teleguiando
Nas penosas ondas da tv
São tantos objetos nunca vistos
Tantas pessoas nunca vistas
E tu ficas assim tele-modulado
Pronto para explodir todos os desejos
- Mas olho
P/ cima, vejo um céu
P/ baixo, morro, esgoto, cachorros
P/ o lado, o companheiro
Que aos 30 tará morto
P/ o outro, minha futura mulher
Que sonha hoje em ser dançarina de brega
E aos 30 tará comigo
PERDIDA
Em um lugar qualquer!
- sou bom de bola!
Corro como ninguém
Mas aqui não há campo
Pa(á)ra a alegria(!)
Hoje ser menino é sinônimo de ser
PERDIDO
- Até tento um trocado no sinal
Peço e se não me dão...
Tomo!
Tombo!
E levanto!
- Como sabes
Eu corro como Ninguém
Que é o nome daquele Porra do Policial
Um Zé ninguém
O mesmo que me tomba e me espanca
Pena ele não saber que:
Nem sempre serei pequeno....
- e este poeta? (...)
Que tenta dar-me vida
Não sabes poeta,
Na realidade, o que é esta vida sofrida
E ficas assim:
Perdido
Na navegantes
Enquanto eu estou
Em algum lugar físico
De um morro
Morto
Ou
Vivo
- E não neste papel branco
Branco como o lençol
Estendido em meu terreiro
Lavado por minha mãe
p/ a mãe do poeta da Navegantes.
Vermelho
Cor vibrante
Da paixão
Do sangue
Do calor
Da obrigação
Pare ao ver O Sinal
Não aquela de luzes verdes amarela e a dita
O Sinal ao lado de sua sílica
Sentado no lixo
Abraçando o irmão faminto
olhe
pare
pense
Lute
Não vicie o cidadão
Mas não deixe que sua dignidade morra
Mude de postura!
Ou então corra!
Já não há tempo
Para só pensar em você
Já não há...
Por ser eu , você e ele
O Sinal
Um só
Uma coletividade auto-dependentes
Mude o pedinte de hoje
Para amanhã
Seu filho ser mais gente!
E não um animal
Gradeado cercado com MEDO
Citiado e rico
De sentimentos negativos:
Pré conceitos
Mesquinhez
Arrogância
Pense hoje no coletivo
Seja protagonista
Guia deste organismo
Senão continuaremos assim:
Um organismo vivo, porém um câncer maligno
Cor vibrante
Da paixão
Do sangue
Do calor
Da obrigação
Pare ao ver O Sinal
Não aquela de luzes verdes amarela e a dita
O Sinal ao lado de sua sílica
Sentado no lixo
Abraçando o irmão faminto
olhe
pare
pense
Lute
Não vicie o cidadão
Mas não deixe que sua dignidade morra
Mude de postura!
Ou então corra!
Já não há tempo
Para só pensar em você
Já não há...
Por ser eu , você e ele
O Sinal
Um só
Uma coletividade auto-dependentes
Mude o pedinte de hoje
Para amanhã
Seu filho ser mais gente!
E não um animal
Gradeado cercado com MEDO
Citiado e rico
De sentimentos negativos:
Pré conceitos
Mesquinhez
Arrogância
Pense hoje no coletivo
Seja protagonista
Guia deste organismo
Senão continuaremos assim:
Um organismo vivo, porém um câncer maligno
Poesia a princesa das artes
Ter você
Em meus braços
em meus olhos
em meu tato
em meu cheiro
na minha memória
na minha vida
na minha história
no meu dia-a-dia
Ter você é estar completo
Em meus braços
em meus olhos
em meu tato
em meu cheiro
na minha memória
na minha vida
na minha história
no meu dia-a-dia
Ter você é estar completo
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